| FATALIDADES - Extraído do Livro "Chamamentos Diários" |
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Bases fortes se tornam nada diante de acontecimentos que trazem dores, máculas. Bases fortes renegam sua fé, seus suportes e regridem de forma avassaladora, pois não se sustentam quando uma fatalidade, um acaso fora do caminho surge. Bases fortes se renegam e se deixam levar por noções erradas, por caminhos escuros, e trazem à tona toda uma forma de vida renegada e adversa ao sistema a que estavam vinculadas. O que é a fatalidade para o humano? Porque são trazidas a certos seres? Há necessidade de alargar, de abrir, de chamar o mundo à razão e, porque somos seres dúbios, teimosos e repletos de mesquinhez e de condutas duvidosas, há que haver um chamento, precisamos ter a atenção voltada, de forma forte, de maneira bruta, para o despertar, para que com isso consigamos mentalizar e rumar na direção certa. A fatalidade foi programada? Muitas vezes sim, outras não, pois a necessidade é válida. Quando a interferência é adversa e há uma interceptação no caminho, tentamos trazer o abrandamento. O crescimento sempre será o objetivo. Dentro ou fora de fatalidades, o destino corre, as linhas já foram traçadas, os caminhos designados, e esse trajeto devemos trilhar. Não existem fatalidades, existem traçados feitos, existem desvios para que os olhos se abram, as ments se projetem e se emancipem. Corram sempre em direção ao plano maior, cerrem seus olhos e vislumbrem um ponto mais adiante no qual vocês próprios se tornem luzes e raios luminosos. Não se depreciem, busquem em vocês o que trazem de bom e tentem despertar os que os envolvem. Parca existência não conduz a nada. Adversidades nos elevam. Dores nos emolduram. Sofrimentos nos engrandecem. E a vida nos provê. Pelo Espírito Emmanuel
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