Apenas Uma Voz A Clamar << voltar
autor: Emmanuel publicação: 01/01/1997
artigo: Apenas Uma Voz A Clamar

Perdão para os endividados.

Amor para os maltrapilhos do corpo e da alma.

Luz para as esferas escondidas e tristes.

Doação para todos aqueles que se prostram diante de nós em expectativas maiores.

Mansidão para as almas aflitas e corroídas pelas vespas da destruição.

Compreensão aos terríveis centuriões de almas e vidas.

Atendimento aos pobres de Espírito, pois a eles a mão estendida precisa ser mais forte e plena.

Alimento para os pedintes e ofendidos no corpo e no Espírito.

Parcimônia aos que sofrem e que necessitam de perdão, de uma maior dose de amor e fé.

Fausto nas palavras, nas atitudes, trazendo as porções maiores aos que nada têm, que nada podem ofertar.

Reparação diante dos insólitos, dos defeituosos mentais e emocionais.

Entendimento diante dos sofrimentos, das incipiências, das luxúrias pecaminosas.

Alegria aos corações sofridos e desamparados.

Caridade total aos que de nós se aproximam trazendo a súplica no olhar, na surda expressão, na rudeza íntima e que não pode ser mencionada.

Palavras, meus irmãos, somam.

Gestos atraem e proliferam.

Atitudes virtualizam e engrandecem.

Perdão nos modifica e enobrece.

Doação nos fornece hábitos de fé e bondade.

Sofismas não restabelecem acordos.

Discórdias insuflam e contaminam nosso organismo.

Miséria espiritual nos faz compactuar com as negras nuvens à nossa espreita.

Delírio do corpo, rompe nossas virtudes e atrai nossas depauperações.

Covardia traz a tragédia íntima, a nula expressão da verdade.

Calúnia nos bifurca as funções e dilacera nossas vestes espirituais.

Aceitemos cada criatura como é, amparemos os erros e as incertezas, aplaquemos as dores e sustentemos as farsas até o instante do surgimento das verdades puras.

Usemos da parcimônia e do ardor para que nossas orações possam se tornar certas e prezadas, mas nunca olvidemos uma coisa: A justiça, a presença da justiça Divina, pois ela tudo vê, tudo guarda e tudo nos mostra.

Diante de Deus, coloquemo-nos em abertura, em conscientização de nossas verdades, para que saibamos discorrer sempre nossas atitudes dentro dos sentimentos de amor, perdão e caridade

Psicografado em 1997
Pelo Espírito Emmanuel

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