Conturbações Mundiais << voltar
autor: não informado publicação: 01/01/2018
artigo: Conturbações Mundiais

Queridos irmãos, que a paz de nosso Mestre nos alcance a cada dia, estejamos nós onde estivermos; que consigamos abrir os nossos corações e deixar que as sublimes vibrações do Ser, emoldurado nas condições espirituais mais amplas do Universo, cheguem a nós; nos toquem, vivam dentro de nós e coabitem na nossa casa mental, participando de nossos dias em dificuldades; partilhando desses instantes, em que nos colocamos a dispormos de nós mesmos a beneficiar nossas almas, trazendo-nos sob uma consciência mais nítida em deveres e agradecimentos.

Amigos, a Terra passa por momentos muito difíceis. O mundo espiritual participa dessa desorganização toda, que acontece em várias terras, em vários corações e em várias mentes, fazendo-nos, também, trepidar, igualmente, em relação àquilo que desejam dispersar.

O mundo espiritual se traz, hoje, sob obrigações imensas, partindo sempre do princípio de que os irmãos terrenos precisam de ajuda espiritual, do abraço amigo, do aconselhamento e das intuições das almas mais nobres, a poder penetrar em seus campos magnéticos e intuí-los. Os chamados, os clamores são muitos ao Mestre Nazareno. O que acontece, então, perguntaríamos?

Acontece, irmãos, que é como se o sangue de Jesus estivesse sendo derramado em todas as terras, em todos os corações e em todas as mentes, trazendo a culpa, o remorso, a instabilidade na fé, a incredulidade, os desacertos, as volúpias, as manifestações mais impuras e mais densas, como, também, as manifestações em busca por algo mais definido e maior, que nos envolva e ajude a ultrapassarmos os momentos de tormentos. Isto é que está acontecendo. Jesus não veio e foi embora. Não. Jesus está conosco. Mas precisamos abrir um espaço para que Ele adentre o nosso coração, Se manifeste em nós, a que ouçamos os Seus conselhos. A maioria das criaturas está distante Dele. A maioria foge do Mestre, foge das obrigações e dos deveres, porque ainda está nessa esfera tão densa, sentindo-se em culpabilidade emocional, física, humana e espiritual.

Quando, irmãos, quando vamos permitir, permitir a nós, posicionarmo-nos como exemplos firmes em fé, em consideração às almas e às naturezas? Quando a paz vai trilhar os espaços comuns a todos os povos? Quando vamos sentir, verdadeiramente, que somos eternos e que precisamos saber conviver nessa terra, no espaço limite que Deus nos oferta? Quando isso vai acontecer?

Séculos e séculos se passam e são aquinhoados com os distúrbios dos homens, com as mentes corruptas com excesso das necessidades do poder, de comando. Quando vamos ver que nossas mãos são ainda muito pequenas e que as Mãos Divinas é que constroem a nós mesmos, constroem todas as naturezas, as habitações, os mundos, o universo, tudo que nos alimenta e que permanece dentro de nós; tudo que nos envolve e nos traz em oportunidades múltiplas de grandes aprendizados e vivenciações. Quando vamos chegar a isto? Quando? A própria Espiritualidade se pergunta quando os irmãos vão entender que são eternos, que a vida terrena é limitada e constrangida, apenas, às necessidades cármicas. Quando vamos poder ajoelhar-nos diante de Jesus, saber que Ele vive e que Seu coração bate e luta por todos nós; que Ele nos ensina e nos traz sob vigilância completa, sabendo de todas as movimentações das naturezas.

A Terra precisa de paz e que as almas creiam na organização universal divina; as almas precisam entender que Deus É O Criador Que nos completa, nos orienta e dirige; precisam entender que o Cosmos gira em torno de leis harmônicas de equilíbrio, de causa e efeito, de manifestações plenas em organização, purificação e estabilização.

Quando, irmãos, a Terra vai despertar para um pulsar mais enobrecido? Quando nossas almas vão estar disponíveis a receber esse código de "amar ao próximo como a nós mesmos?"

(Autor não informado)

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