A Humanidade está Carente? << voltar
autor: Henrique Karroiz publicação: 06/05/2019
mensagem: A Humanidade está Carente?

Irmãos, colocamos esta arguição a todos, pois vemos o quanto as criaturas se sentem desamparadas e entristecidas com os tantos acontecimentos que, hoje, envolvem os povos.

Sabemos que a esfera passa por um momento de seletividade de almas, que almas de mundos inferiores tiveram aceso à reencarnação em tentativa de expiação e de fortes provas, a extraírem de si os edemas acumulados por anos e até por séculos.

Sentimos o desânimo de muitos irmãos, achando que a Terra está acumulada de muitas almas possuídas pelo poder, pelo orgulho, pela vaidade, e por uma ganância que ultrapassa o respeito, a dignidade e a ética, que todos precisamos ter.

Sentimos que há uma grande carência em amor, amor verdadeiro, amizades sinceras, em palavras confortadoras, ouvidos pacientes e momentos de tranquilidade e suavidade.

Sentimos que a busca por algo mais se efetua nos seres e que somente a ligação maior com a Essência Superior, Que nos criou, e com o Pastor Divino, Jesus, nos traz.

Sentimos a grande falta deste amor verdadeiro e da amizade sincera, da busca por uma fé que ampare, sustente e oriente as almas. Mas, a fé não cresce de repente em nós, ela precisa ser cultivada, exercitada e não buscada somente a nos suprir, materialmente, mas, sim, intimamente.

A carência existe por ainda não ter sido criado este vínculo supremo nosso com o Criador. A carência poderá existir em todos nós, por não termos ainda as complementações com as quais nos deveríamos ter trabalhado por vidas e vidas.

Carências podem acontecer de várias formas a gerar impulsos desastrosos, indiferenças, abusos e falta de discernimento e respeito, porém, cada alma é impulsionada a preenchê-las quando, no exercício de si mesma, tentando observar a que se veio trabalhar, como está percorrendo os palcos terrenos dentro da consanguinidade, como também, nos meios social e profissional.

As complementações são feitas por nós, porém, será preciso que ponderemos a ver onde temos lacunas, de que modo trabalhá-las, como recuperar momentos e sentimentos, de que forma trazermos irmãos para mais perto de nós, de que maneira suavizar nosso viver a nos fazer acolhidos e sabermos acolher.

Estas lacunas existem na maioria das criaturas que, negando a existência de Deus ou a impropriedade de estarem sendo esquecidas por Ele, passam a desvirtuar-se, não medindo as consequências de suas atitudes, explorando e deixando-se explorar por sentimentos evasivos e distorcidos.

Busquemos as complementações certas a cada momento, prestando atenção em nossos sentimentos, tentando trabalhá-los e usando da nossa referencial máxima como filhos do Pai, confiando e aceitando todos os exercícios necessários a estas complementações.

Trabalhemos a nós, sirvamos ao próximo, usemos do bom senso e tentemos aprender, com as dificuldades e necessidades da vida, a suprir as lacunas de outrora e não criando outras tantas, por falta de percepção, interesse ou confiança em Deus.

O mundo está repleto de uma multiplicidade de seres em diferentes níveis espirituais, muitos, ainda distantes das mensagens cristãs em abusos ou devaneios, enfocando, apenas, interesses próprios e convivendo somente com uma consciência egocêntrica e poluída, assim, não ofertando os sentimentos de amizade e amor sinceros, mas, sim, interesseiros, razão pela qual existem tanto desamor e carência nas almas.

Por medo, por não adaptação ao progresso, por exigências inúmeras deste mesmo progresso e da sociedade que o impulsiona, por tudo isto, e, ainda, por estarmos em busca de sentimentos leais e verdadeiros, as almas se sentem em múltiplas carências.

Irmãos, enviemos nossos pensamentos a Jesus, aprendamos a enfocar Suas mensagens, retê-las, abastecendo-nos nelas, pois são as âncoras a nos trazerem a estabilidade emocional e humana a fazer com que cada um de nós Nele se abasteça e consigamos caminhar livres das mazelas acumuladas, geralmente, por séculos e séculos.

Henrique Karroiz

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